segunda-feira, 11 de junho de 2007

Sorrisos e lágrimas!

Olá amados!!!!
Me desculpe pela ausência!!!
Mas estou aqui!!!
Feriado prolongado.....
Quinta: pizza na casa da minha prima....
Milhões de risadas.....
Sexta: Festinha de aniversário da Jéssica
Adorooo!!!
Sábado: Básico..... Trash!!!!!
Foi maravilhosooooooo!
Depois entro em detalhes.......
Mas cheguei em casa o sol já tinha nascido....hehehe 06:30....
Aiaiaiai.....
Domingo: Almoço com meu "Avô" postiço!
(bobó de camarão......) fala sério heim!!!
E para terminar uma notícia triste......
Minha tia fofinha faleceu! :(
Ficamos tristes....
Mas, chegou a hora dela.....
É sinal que já estava no final de sua caminhada neste plano!
Que Deus a ilumine sempre!!!!!
Te amo!!!!
.
A viagem no trem.

Quando nascemos, ao embarcarmos nesse trem, encontramos duas pessoas que , acreditamos , farão conosco a viagem até o fim: nossos pais.
Não é verdade.
Infelizmente, em alguma estação eles desembarcam , deixando-nos orfãos de seus carinhos, proteção, amor e afeto. Mas isso não impede que, durante a viagem, embarquem pessoas interessantes que virão ser especiais para nós.
Embarcam nossos irmãos, amigos e amores. Muitas pessoas tomam esse trem a passeio. Outros fazem a viagem experimentando somente tristezas.
E no trem há, também, pessoas que passam de vagão a vagão, prontas para ajudar a quem precisa.
Muitos descem e deixam saudades eternas. Outros tantos viajam no trem de tal forma que , quando desocupam seus assentos , ninguém sequer percebe.
Curioso é considerar que alguns passageiros que nos são tão caros, acomodam-se em vagões diferentes do nosso. Isso nos obriga a fazer essa viagem separados deles.
Mas claro que isso não nos impede de com grande dificuldade, atravessarmos nosso vagão e chegarmos até eles.
O difícil é aceitarmos que não podemos nos assentar ao seu lado, pois outra pessoa estará ocupando esse lugar.
Essa viagem é assim: cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas, embarques e desembarques.
Sabemos que esse trem jamais volta.
Façamos, então, essa viagem, da melhor maneira possível, tentando manter um bom relacionamento com todos os passageiros, procurando em cada um deles o que tem de melhor, lembrando sempre que, em algum momento do trajeto poderão fraquejar, e, provavelmente, precisaremos entender isso.
Nós mesmos fraquejamos algumas vezes. E, certamente, alguém nos entenderá.
O grande mistério, afinal, é que não sabemos em qual parada desceremos.
E fico pensando: quando eu descer desse trem sentirei saudades? Sim.
Deixar meus filhos viajando nele sozinhos será muito triste.
Separar-me de alguns amigos que nele fiz, do amor da minha vida, será para mim dolorido.
Mas me agarro na esperança de que, em algum momento, estarei na estação principal, e terei emoção de vê-los chegar com sua bagagem, que não tinham quando embarcaram.
E o que me deixará feliz é saber que, de alguma forma, eu colaborei para que ela tenha crescido e se tornando valiosa.
Agora, nesse momento, o trem diminui sua velocidade para que embarquem e desembarquem as pessoas.
Minha expectativa aumenta, à medida que o trem vai diminuindo sua velocidade...
Eu gostaria que você penssasse no desembarque do trem, não só como a representação da morte, mas, também, como o término de uma história, de algo que duas ou mais pessoas construíram e que, por um motivo íntimo, deixaram desmoronar.
Fico feliz em perceber que certas pessoas como nós , têm a capacidade de reconstruir para recomeçar.Isso é sinal de garra e de luta, é saber viver, tirar o melhor de “todos os passageiros”

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Boa semana para todos!!!
Bjs

2 comentários:

Fabio disse...

Demorou para postar mas escreveu lindo sobre sua tia! Coisas da vida, não é?
Trash até as 6h30...conta logo os detalhes, vai?
Conta...conta...conta!

Oppa Taetae~ disse...

caaaaa saudadonaaa!!!
bjuuu te adoro!!